Formação e práticas em bibliotecas escolares.
15/12/09
CIBERPROJECTO BE
Génese do Título e de um Projecto
O actual projecto surgiu e foi desenvolvido em ambiente digital. O recurso às novas tecnologias, a interacção entre humanos e máquinas é parte integrante da actual civilização e em particular os instrumentos e meios que nos permitem aceder à informação, ao documento e à comunicação. Ou seja, a comunicação entre pessoas, grupos e organizações é sustentada por uma rede tecnológica difusa e omnipresente no planeta.
O prefixo ciber caracteriza realidades diversas: cibernética, ciberespaço, cibernauta, cibercafé, cibercultura e muitos outros.
A cibercultura, como fenómeno, emerge assim do meio em que circulam as mensagens, de novas formas de aceder à informação, de aprender, de conhecer e de comunicar. Na perspectiva de Pierre Lévy (trad. portuguesa de 1997), no livro Cibercultura, esta "designa [...] o conjunto das técnicas (materiais e intelectuais), as práticas, as atitudes, as maneiras de pensar e os valores que se desenvolvem conjuntamente com o crescimento do ciberespaço".
O meio de informação, de conhecimento e de comunicação é a Internet, que nos permite difundir mensagens, editar e publicar documentos em hipertexto, em linguagem impressa, sonora e visual, estabelecendo assim interconexões múltiplas no espaço virtual.
As bibliotecas escolares, tradicionalmente equipadas apenas com as espécies tradicionais de suporte impresso (livros e publicações periódicas) são desde há cerca de década e meia organizadas com novos equipamentos e meios informáticos, que mudaram significativamente os hábitos culturais dos seus utilizadores e as práticas dos profissionais de informação - professores, bibliotecários e documentalistas. O desafio de "Integração das TIC na Biblioteca Escolar" (2006) foi abordado por Elsa Conde ao afirmar: "Com o desenvolvimento das tecnologias de rede, a emergência de plataformas gráficas e amigáveis baseadas na web e a fusão integral de meios informáticos e dos meios de comunicação, as escolas tendem cada vez menos a instalar computadores de um modo isolado e progridem para novas modalidades de utilização, convertendo professores e alunos em membros de uma comunidade integrada numa estrutura de comunicação em rede que permite, mais do que nunca, a partilha, a troca e a colaboração entre os seus membros".
A emergência das comunidades virtuais de aprendizagem em rede viabilizam assim novas tendências nas relações entre professores, bibliotecários e alunos, em contexto educativo, informativo e formativo.
O contexto em que decorreu a Acção de Formação sobre Práticas e Modelos de Auto Avaliação das Bibliotecas Escolares, no ambiente educativo da plataforma Moodle tornou-se assim num percurso de leitura, debate em fóruns de discussão, orientação e publicação de tarefas/trabalhos de reflexão, registadas neste blogue.
A emergência das comunidades virtuais de aprendizagem em rede viabilizam assim novas tendências nas relações entre professores, bibliotecários e alunos, em contexto educativo, informativo e formativo.
O contexto em que decorreu a Acção de Formação sobre Práticas e Modelos de Auto Avaliação das Bibliotecas Escolares, no ambiente educativo da plataforma Moodle tornou-se assim num percurso de leitura, debate em fóruns de discussão, orientação e publicação de tarefas/trabalhos de reflexão, registadas neste blogue.
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